31.5.09

Mesmo sem me dirigires uma sequer palavra ou um único olhar, os meus olhos não te conseguem largar quando passas, o meu coração bate mais depressa sempre que te aproximas, os meus braços desejam abraçar-te e nunca mais te largar... mas, afinal, o que quer isto dizer?

Não percebo esta sensação que provocas em mim sempre que estás por perto.


(Acho que tenho medo de gostar demasiado de ti)


Obrigada à Inês por me deixar postar este textinho aqui no meu blog. Neste caso, o talento para as palavras é dela, não é meu. :)

30.5.09

26.5.09

A minha playlist da semana!


80's style!


Esta música é para quem se estiver a sentir revoltado (tipo eu). É bastante adequada.


Super boa para dar ao pezinho e descontrair.


Apenas amor.


Adoro a mudança!


Está brutal esta.


Uma descoberta recente. São muito bons, definitivamente new ones to watch!


Nunca pensei gostar tanto de uma música do Dizzee, mas esta... está 5 estrelas, what a tune! Não consigo resistir e danço sempre que a ouço, já para não falar que aumento o volume ao máximo!


Esta banda nunca me desilude!


O mesmo posso dizer destes senhores. Reis. "Check this shit out!" as Billie Joe says. ;)

Por hoje é tudo!
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living in a fantasy world.

22.5.09

In the future, I want...

















Outra lista
(algumas são parvinhas, não liguem)

- que notem em mim no meio de uma multidão;
- comprar muita roupa nova (principalmente de inverno, que bem preciso), se fosse rica varria as lojas todas;
- pintar o cabelo/mudar de penteado (em julho estou a planear dar-lhe um grande corte! e pintar vermelhão as i always dreamed);
- ter coragem para tal (ora aí está!);
- ser mais expansiva e menos tímida (GRANDE objectivo ainda por atingir);
- sentir-me especial e amada, amada no sentido real da palavra (sentir-me amada já eu sinto mas não daquela maneira) - e isto foi extremamente gay mas, lá está, não liguem;
- become a model (hmmmm vamos lá ver, mas vou tentar a minha sorte no verão, não perco nada não é?);
- tirar boas notas nos exames que me façam subir a média e entrar na universidade que quero (quando decidir qual HAHA -.-);
- decidir-me de uma vez por todas que curso é que vou seguir, ou seja, o meu rico (ou não) futuro;
- auto-estima *-*;
- tirar a carta;
- ir ao Optimus Alive! e conhecer todas as minhas bandas preferidas!
- ir para Londres estudar e, talvez, viver (estou fartíssima deste país);
- e agora, a mais sonhadora de todas, mas isto é uma coisa que gostaria bastante que acontecesse desde pequena, um daqueles sonhos que as crianças têm do tipo ser uma actriz ou uma cientista famosa. no meu caso, adoraria ter uma banda e poder viajar pelo mundo inteiro (deste modo conciliaria as minhas duas paixões - viajar e música) mas, da maneira a que as coisas estão, não me parece - nunca mais avanço com as minhas aulas de guitarra (também agora nunca mais lá meti os pés) e formar bandas que tenham sucesso é bastante difícil, principalmente num país em que a indústria musical não é lá grande coisa e que é difícil teres reconhecimento no estrangeiro... enfim, é uma cena que fica só mesmo na minha cabeça e que não passa disso!

(a lista continua mas é do que me lembro de momento. podem gozar à vontade, sei que algumas coisas são ridículas mas achei que se ia escrever isto aqui, escrevia mesmo tudo e não escondia nada).

Bom fim-de-semana!
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picture by: Hedi Slimane

19.5.09

29 anos, 29 anos já passaram desde que o trágico aconteceu. Só de pensar que decidiste pôr fim à tua vida tão novo (tinhas apenas 23 anos!). Hoje farias 52 anos, se ainda estivesses vivo. Imagino quantos mais anos de boa música nos terias proporcionado se não tivesses feito este disparate.
R.I.P. Ian Curtis

(eu escrevo textos para pessoas "famosas" como se estivesse a falar com elas, já devem ter reparado nisso. faz-me sentir mais perto delas, não vos sei explicar.)


Aqui vos deixo um artigo do Jornal de Notícias sobre ele (retirado daqui). Gostei imenso:

A18 de Maio de 1980, há precisamente 25 anos (actualizando, há 29 anos), Ian Curtis, o epicentro criativo dos ingleses Joy Division, suicidou-se. Na noite anterior, tinha pedido à mulher que o deixasse sozinho em casa. Fumou cigarros, esvaziou uma garrafa de whisky, pôs a girar o vinil "The idiot", de Iggy Pop, viu na televisão o filme "The Stroszek", de Werner Herzog, e escreveu uma carta "Já não aguento mais", lia-se, à segunda frase.

Por volta das cinco da madrugada, Ian Curtis colocou uma corda à volta do pescoço e enforcou-se. Era novo, demasiado novo - tinha 23 anos. O episódio colocou um dramático ponto final na carreira dos Joy Division e, mais do que isso, catapultou o cantor para o estatuto de um dos grandes mitos da história do rock. A sua morte voluntária já foi alvo de inúmeras interpretações, especulações e divagações.

Uns dizem que sempre fora seu desejo morrer novo. Outros asseguram que foi o excesso da medicação que Curtis tomava para curar os seus cada vez mais frequentes ataques de epilepsia. E também há quem arrisque dizer que Ian Curtis resolvera desistir de lutar contra os sismos desencadeados por uma relação com uma amante.

Esta última tese ganhou particular relevo na última década, desde que Deborah Curtis, viúva do cantor, editou o livro "Touching from a distance" ("Carícias distantes", na tradução portuguesa de Ana Cristina Ferrão).

Nele, Deborah descreve a sua relação com o cantor, dando particular relevo à sua faceta de ciumento, possessivo e, ao mesmo tempo, mentiroso e infiel. A obra, que surpreendeu muita gente, está neste momento a ser adaptada para cinema por Anton Corbijn.

Tumultos interiores

Deborah conheceu Ian quando ambos eram muito novos. Há uma passagem no livro particularmente esclarecedora dos tumultos interiores que Ian já sentira na sua adolescência, acompanhado por amigos e alguns aditivos "As drogas que tomavam obliteravam-lhe os sentidos", escreve Deborah, " e Ian costumava frequentemente infligir dor a si próprio para ver quanto é que aguentava naquele estado anestésico. Utilizava cigarros para queimar a pele e batia na perna com os pitons de um sapato de corrida". (disto não sabia, e chocou-me)

Beleza devastadora

Não foi preciso muito tempo para que o Mundo percebesse que a música dos Joy Division não era, definitivamente, uma música qualquer. Era algo que partia do punk para um outro patamar não somente cantava a rebeldia ou a inadaptação como ia mais longe. De um desencanto tingido a cinza, sépia ou preto e branco, a música dos Joy Division era - é - um violento soco no estômago e já muita adjectivação foi gasta na hercúlea tentativa de descrevê-la: asfixiante, claustrofóbica, letal, de uma tristeza devastadora, etc.

A forma como Ian Curtis se movia em palco também desencadeava reacções de espanto. "Um homem em chamas ou uma marioneta demente", descreveu um crítico britânico. Al Berto, poeta português, por seu turno, escreveu "Noite de Lisboa com auto-retrato e sombra de Ian Curtis". E aí se lê "depois dança contorce-se embriagado/ cobre o rosto suado com a ponta dos dedos espalha/ sangue e cuspo construindo a sua derradeira máscara/ cai para dentro do seu próprio labirinto/ como se a verticalidade do corpo fosse um veneno".

A história, entretanto, já se encarregou de fazer dos Joy Division um dos mais marcantes e influentes grupos das duas últimas décadas. Apontada como a primeira banda do pós punk, é, em grande parte, a responsável por toda a melancolia que marcou as colheitas da música britânica na década de 80.


(ÉRICA VÊ ISTO!)

(Este post deveria ter sido feito ontem mas eu esqueci-me. -.-)

18.5.09

and all the time the world unwinds, i can't deny the way i feel. the truth is lost beyond this lonely carousel. and all these words, they mean nothing at all. just a cruel remedy, a strange tragedy of what will be. nothing will change, it's always the same. please make it stop.

picture by: Hedi Slimane


Brooke: Oh, don't worry Karen. We're just friends... nothing more.



Lucas: I don't know what I'd do without you.


10.5.09






















i love the sound of you walking away. why don't you walk away?

no buildings will fall down
no quake will split the ground
the sun won't swallow the sky
statues will not cry.
and i am cold, yes, i'm cold
but not as cold as you are.
get out of my life please.

9.5.09



time can't never mean
the careless whisper of our good friend
ignorance is kind
there's no comfort in the truth

pain is all you find

we'll never gonna dance again

i missed the chance that had be given

i feel so unsure
as i take your hand and lead you to the dancefloor

as the music dies

something in your eyes

i have to dance again
the way i dance with you
tonight the music seems so loud
we've could have been so good together

we've could have been in this dance forever
but no one is gonna dance with me.

pictures by: Nicola Formichetti
http://nicolaformichetti.blogspot.com/

normal adolescent behavior


Nome do filme que vi hoje à tarde quando não tinha nada mais que fazer. A TVcine é mesmo fixe nestas alturas porque dá sempre filmes bons e, em momentos de desespero e de tédio, é mesmo o ideal. Hm... parece que estou a fazer publicidade ao canal!
Os actores que aqui aparecem são bastante conhecidos, pelo menos para mim:

. Amber Tamblyn (personagem principal)
. Ashton Holmes
. Ricky Ullman
. Hilarie Burton
. Stephen Colletti
. Shane McAvoy
(aqui com um papel bem pequeno)

Enfim... estava com imensas saudades do fim de semana! :)
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The Pet Shop Boys - It's Allright

4.5.09





















The hero is back.

É preciso dizer mais alguma coisa?
Dia 28 de Setembro lá estarei para te ver, para cantar contigo músicas que me acompanharam durante a minha adolescência e para assistir a um concerto que ficará, de certeza, na minha memória para sempre. Vai ser um sonho tornado realidade.

1.5.09








Deu-me a melancolia agora.
I miss you London, so so much!

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